No primeiro projeto, um quintal de terra batida virou extensão da sala: deck em cumaru, mesa para oito pessoas executada na marcenaria do ateliê e canteiro contínuo que abraça a construção com forrações de meio-sombra. No segundo, a área de piscina trocou o gramado exigente por um tapete de espécies de baixa demanda hídrica, e a espreguiçadeira de madeira maciça ganhou lugar fixo sob o beiral — sol da manhã, sombra do meio-dia, exatamente como o desenho previu.
Toda madeira utilizada nos móveis e decks sai de origem legal, com documentação que o ateliê arquiva junto ao projeto — compromisso alinhado ao trabalho de fiscalização e manejo do Ibama, autoridade ambiental que regula a exploração madeireira no país. Para o cliente, isso significa rastreabilidade: saber de onde veio a matéria-prima que vai sombrear o almoço de domingo da família pelos próximos vinte anos.
Os projetos são entregues com prancheta final em mãos e versão digital: plantas, lista de espécies com quantidades, croqui de irrigação sugerido e o guia de cuidados por estação do ano.